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Resenha - As Vantagens de Ser Invisível

  • 1 de jan. de 2014
  • 3 min de leitura

As Vantagens de Ser Invisível

Autor(a): Stephen Chbosky

Editora: Rocco

Gênero: Literatura Estrangeira / Drama/ Romance

Páginas: 224

Sinopse:Skoob

No livro finalmente você entende a dimensão do... “me sinto infinito”, e quando você enxerga quem é o Charlie? Você pode listar mil e uma vantagens de ser invisível.



“Ele tentou outro poema e o intitulou de “absolutamente nada”. Por que era o que estava em toda parte ele se deu um A, e um corte em cada maldito pulso”.



Mesmo que seja horrível pensar nisso constatei que alguém no mundo passa pelos mesmos problemas que Charlie, também constatei que já vi algum Charlie na minha pouca existência, porem não o vi, ele estava invisível para mim.


O livro é uma mistura de narrações (contadas por Charlie), e com folhas de diário também escritas por Charlie, em vários momentos me senti como o “Querido amigo”, a quem Charlie enviava as cartas.


O livro conta apenas as aventuras de Charlie, no mundo real, nesse em que vivemos sem a presença de bruxos, magos, deuses, semideuses, caçadores, vampiros, lobisomens, demônios, tributos, anjos, divergentes e selecionadas, só adolescentes enfrentando o inferno do ensino médio. Parece totalmente sem graça, mas não é! Porque você não pode imaginar o quanto Charlie é especial, descobrir o passado da Tia Helen, e quanto amor pode se perder e não encontrado, afinal essa história se passa nesse mundo com suas alegrias e defeitos.


Patrick, Mary Elizabeth, Bill e a Sam, principalmente a Sam, são aqueles personagens secundários que você se importa muito com a história deles, e quando você percebe que a autora tem o mesmo carinho, tudo se torna mais maravilhoso.



“A gente aceita o amor que acha que merece”.


A autora foi realmente “real”, acho que foi por esse motivo que o livro fez tanto sucesso, a maioria das pessoas caem no mundo literário para viver experiências em mundo extraordinárias, com pessoas fantásticas e de repente quando se depara com um livro desse mundo, desse planeta chato, e percebe que até mesmo a realidade pode dá uma boa história.


Como o Charlie ainda esta no 1º ano ainda existe várias descobertas que ele vai descobrir, o modo como ele enxerga isso é na maior parte das vezes a parte mais especial, e você aos poucos vai se conectando ao livro e começa a sentir as tristezas, alegrias, esperanças, suas dúvidas e principalmente sua sinceridade.



Não sei bem o que mais me encantou nesse personagem, entre tantas possibilidades, decidi que resumiria em duas coisas na sinceridade e inocência, e mesmo que já tenha acabado de lê-lo, não sei o que escolher.


Mesmo que ela já tenha fumado cigarros, usado drogas, bebeu até cair, arrumou brigas na escola, já tenha tocado em algumas partes de uma garota, e soubesse o que é masturbação... Isso não acabou com à sua inocência.



“Seria legal ter um amigo novamente. Gostaria disso mais do que uma namorada”



No livro não temos o nome da mãe, do pai, do irmão e da irmã do Charlie, o que eu achei inovador, essas faltas não fizeram muita diferença quando comecei a imaginar todos.

A escrita, e a estrutura lhe convidam a ler mais.



“Mas sempre acho que um livro e meu favorito até eu ler outro”.


Infelizmente nem tudo que imaginamos que fosse ocorrer no final do livro foi descrito, não sei muito bem se essa é uma forma para cada leitor ter o seu “final só para si”, eu particularmente imaginei um futuro para o Charlie “e naquele momento eu seria capaz de jurar que éramos infinitos”.

 
 
 

Comentários


Sou o tipo de leitora que se apaixona pela história, pelo personagem, pelo lugar, pelo momento, ou simplesmente o ato de lê-lo. É como se eu me apaixonasse por alguém.

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