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Resenha - A Menina Que Roubava Livros

  • Sté Salles
  • 22 de jul. de 2015
  • 2 min de leitura

A Menina Que Roubava Livros

Autor(a): Markus Zusak

Editora: Intrínseca

Gênero: Literatura Estrangeira / Drama / Infanto-Juvenil

Páginas: 480

Sinopse: Skoob

"Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler".


Apenas com essa frase sua curiosidade é despertada, estamos falando de uma história de vida, que apresenta as faces da 2º guerra mundial, mesmo sendo um tópico que demonstra onde a desgraça humana pode chegar, não podemos negar que também desperta curiosidade e como a morte já citou "Seres humanos gostam de uma destruiçãozinha". Mesmo que seja horrível admitir, ela está certa.


"Matou-se por querer viver".


O título do livro sugere uma garota como tremenda ladra de livros, tente entender que o título não faz jus a Liesel Meminger, pelo menos a que nós e a morte conhecemos, em mais de 400 páginas a querida Liesel só rouba seis livros, sendo 4 praticamente dados por um bem feitora e 1 sendo pego quando ninguém mais o queria, não podemos considerar isso roubo.


Pergunto-me, se em outro livro a morte pode ser tão... Carismática, acho que não. Isso torna a história única, e talvez o autor tenha planejado isso, deixar eu e você fascinados não só pelo enredo, como também os personagens, não importando, se um deles é a morte. Nós amamos, choramos, rimos, sofremos, pensamos tudo ao lado daqueles saukerl e saumensh e, sobretudo, vivemos esperando o beijo entre Rudy e Liesel ou quando Max Vanderburg não precisaria rouba o céu no momento em que as estrelas de bombas estivessem caindo, ou quando a morte iria parar de nos surpreender ou até mesmo o momento em que Liesel Meminger teria coragem de falar "eu te amo" à Rosa Hubermam, ou quando Max acordaria rodeado com seus 13 presentes. ​


"A prova de como o ser humano é contraditório. Um punhado de bem, um punhado de mal. é só misturar com água".


Através do livro eu vivi na Alemanha nazista e reconheci como “alemães gostam de fogueiras ou como gostam de falar “Jesus, Maria, Jos锓. Quando li aquele livro encontrei "uma roubadora de livros sem palavras". E não sabe como foi magnífico descobrir que "paranoia aos 11 anos é poderosa, o alívio aos 11 anos é eufórico".


Em cada linha, frase, e capítulo me perguntei como tudo nesse livro, me fez aprender uma lição, não sei o quanto posso agradecer a Liesel Meminger. E se você quer saber à minha própria espécie me assombra!


"Sim, já vi inúmeras coisa neste mundo. frequento as piores desgraças e trabalho para os piores vilões".

 
 
 

Sou o tipo de leitora que se apaixona pela história, pelo personagem, pelo lugar, pelo momento, ou simplesmente o ato de lê-lo. É como se eu me apaixonasse por alguém.

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