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Resenha - Extraordinário

  • Sté Salles
  • 22 de jul. de 2015
  • 2 min de leitura

Extraordinário

Autora:R. J. Palacio

Editora: Intrínseca

Gênero: Literatura Estrangeiro /Infanto-Juvenil / Drama

Páginas:310

Sinopse: Skoob

O livro conta a história de um garoto de uns 8 anos chamado August Pullman (ou Auggie). A questão é que o Auggie nasceu com um problema de nascença que acabou deformando seu rosto, e depois de inúmeras cirurgias ele consegui uma coisa normal, mesmo que no livro algumas pessoas o comparem como um “zumbi”.


O que acontece é que os pais do Auggie, principalmente a mãe começam entender que não se pode “proteger” o menino para todo sempre, e como ele sempre estudou em casa, já estava na hora dele entrar em uma escola, e nessa parte de indecisão de ir ou não ir, do que pode, ou o que não pode acontecer se ele for, e daí a história tem seu inicío.


“Todo que é nascido de Deus vende o mundo”.

Nas 310 folhas em que exclusivamente se conta a história, ela se subdivide em vários pontos de vista, aonde entendemos como Auggie se sente com tudo que acontece, a vergonha que a Via sente de si mesmo por não querer que o Auggie faça parte de uma nova fase da sua vida, vemos uma nova perspectiva por Jack Will, Summer, Justin e Miranda. Todos eles mostram que nada é tão fácil quanto parece.


“Palavras não vão mudar meu rosto”.


Depois de um tempo Auggie percebeu que o mundo não ia mudar o jeito de lhe dar com ele, e ele sim que teria de mudar, se torna mais forte e mais confiante. Chegar até lá, no entanto, não foi fácil. Houve lágrimas, brigas, tristezas, palavras que não devem ser ditas, mas foram. O livro foi verdadeiro, e talvez por ser tão verdadeiro assim em alguns momentos se tornou cruel, mas em outros foi tão doce como açúcar, e assim é a vida.


“Sempre haverá idiotas pelo mundo”.


O final veio e tudo acabou preso ao ramo da lógica, então o final é “humano”, ou seja, sem a intervenção de qualquer criatura ou milagre anormal. Quando as páginas da história se acabam, inúmeras possibilidades surgem: como seria o 1º amor do Auggie? E o 1º beijo? E como ele seria no ensino médio?


"Se quiserem me dar uma medalha por ser eu mesmo, tudo bem. Aceito".


A forma com que R. J. Palacio, a autora, escreveu foi outro ponto positivo, pois o livro é uma leitura rápida, interessante e excelente. O livro foi inovador e não se encontra motivos para não o ler. além de que a autora soube como usar as palavras, e não ficou enchendo a história de coisas desnecessárias, por isso que é possível terminar esse livro em dias ou até mesmo em horas.


“Toda pessoa deveria ser aplaudida de pé pelo menos uma vez na vida, porque todos nós vencemos o mundo".

 
 
 

Sou o tipo de leitora que se apaixona pela história, pelo personagem, pelo lugar, pelo momento, ou simplesmente o ato de lê-lo. É como se eu me apaixonasse por alguém.

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