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Resenha - O Pequeno Príncipe

  • Sté Salles
  • 22 de jul. de 2015
  • 2 min de leitura

O Pequeno Príncipe


Autor(a): Antoine De Saint-Exupéry


Editora: Agir


Gênero: Literatura Estrangeira/ Infanto-Juvenil


Páginas: 96


Sinopse:Skoob


"E foi assim que conheci um dia, o pequeno príncipe".


Como definir a experiência desse pequeno príncipe que me cativou? No meio do deserto, junto com um amigo piloto, escutei as várias histórias que deixava escapar, conheci uma flor orgulhosa e vaidosa, porém escutei mais ainda as vezes em que o pequeno garoto de cabelos dourados passava a mão em seus erros, e dizia que a culpa era dele, por não ter a amado mais.


O livro lhe fará conhecer um rei “razoável”, um vaidoso, um bêbado, um empresário, um acendedor de lampiões, um geógrafo e junto como o pequeno percebi que “as pessoas grandes são de fato muito estranhas”. Também conheci uma raposa que me ensinou coisas que não se podem ser compradas, e quando tu deixas ser cativado, na hora do adeus lágrimas podem escapar dos seus olhos.


“Se eu ordenasse”, costuma dizer “que um general se transformasse numa gaivota e o general não me obedecesse, a culpa não seria do general seria minha.”


O livro é fino com cerca de 90 folhas, e a versão que li estava com ilustrações que me fazem ser “cativada” mais pelo livro, além de que os desenhos foram criados pelo autor e os desenhos justamente daqueles moldes deixava tudo melhor. Mesmo que a história seja taxada como “infantil” é impossível não ver a poesia e as filosofias que poderia emocionar uma pessoa de 70 anos, no entanto a beleza da história “é invisível aos olhos”.


Antoine De Saint-Exupéryy, o autor, participa da história de um jeito único, e você descobre o “por quê?” na 1º página, já que o autor é o piloto perdido no meio do deserto, e mesmo que ele narre às aventuras do pequeno príncipe ele consegue colocar em alguns instantes o seu ponto de vista.


Se a história em algum momento ficar inacreditável "demais", infelizmente o problema TALVEZ seja você que esteja começando a pensar como as pessoas grandes.


“Quando o mistério é impressionante demais, a gente não ousa desobedecer”.


Os ensinamentos que o livro passa não tem idade, pessoas mais velhas deveriam relembrá-las, e pessoas mais novas aprender desde já. O enredo do livro é unicamente as lembranças do piloto sobre o pequeno príncipe.


“O pequeno príncipe jamais desistia de uma pergunta uma vez que a tivesse feito”.


No final de tudo me perguntei se o carneiro teria comido a flor, se os baobás (árvores gigantescas) cresceram muito, ou se o vulcão extinto continua extinto. No entanto todas essas preocupações sumiram quando percebi que estava olhando para as estrelas e ouvindo os milhões de guizos do sorriso do pequeno príncipe.


E o mesmo pedido que Antoine De Saint-Exupéry me fez, eu faço a você, se um dia passar no deserto da África, “e um menino vem ao encontro de você, se ele ri, se tem cabelos dourados, se não responde quando é perguntado, adivinharam quem ele é. Façam-me então um favor! Não me deixem tão triste: escrevam-m depressa dizendo que ele voltou...”

 
 
 

Sou o tipo de leitora que se apaixona pela história, pelo personagem, pelo lugar, pelo momento, ou simplesmente o ato de lê-lo. É como se eu me apaixonasse por alguém.

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