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Resenha - Rangers. Ordem dos Arqueiros: Ruínas de Gorlan

  • Sté Salles
  • 22 de jul. de 2015
  • 3 min de leitura

Rangers. Ordem dos Arqueiros: Ruínas de Gorlan

Autor(a): John Flanagan

Editora: Fundamento

Gênero: Literatura Estrangeira / Infanto-Juvenil / Drama / Fantasia/ Ficção

Páginas: 239

Sinopse: Skoob

Sabe aquele livro que é incrível, porém não explode à sua cabeça com tanta informação,mergulha você na história, no entanto lhe deixa livre para saber ou não o final? Foi exatamente o que “Ruínas de Gorlan”, me fez passar.


O livro traz essa ideia de idade média, contudo presente no universo fantástico, onde se passou uma batalha contra Morgareth, o vilão que queria dominar o reino e, ele perdeu, no final da guerra vários guerreiros de determinado feudo ficaram órfãos, com isso o barão Arald decidiu pegar essas crianças e cuidá-las como seus protegidos. E quando completassem 15 anos passaria pelo “dia da escolha” (onde se escolhia seu oficio).


A história começa no dia da escola e já temos o nosso protagonista “Will”. Conhecemos outros personagens como Horace, o típico valentão (você poderá mudar sua opinião sobre ele), Halt, o arqueiro, que vai lhe conquistando justamente por ser fechado e na dele. E os outros personagens que também tem uma atençãozinha no livro.


“O fato de você estar preocupado, se é que realmente está não é, necessariamente, algo com que se preocupar”.



Depois de ler as crônicas de gelo e fogo e me perguntar “Quem são os pais de Jon Snow?”, não pensei que passaria por isso de novo... Pois no livro, você não sabe quem são os pais de Will, e principalmente o pai, que ele só imagina sendo um grande guerreiro, contudo não fique tão preocupado John Flanagah, o autor, é bem menos enigmático que George R. R. Martin nesse quesito. O enredo é apaixonante, e o final surpreende.



“Quando você superar um homem, nunca se vanglorie. Seja generoso e encontre alguma coisa nas ações deles para elogiar. Ele não vai gostar de ser vencido, mas vai enfrentar o fato com coragem. Mostre que você gostou do que ele fez. Elogios podem lhe conseguir um amigo. Divertir-se com a desgraça dos outros, só cria inimigos”.


No 1 º livro em si, pouco conhecemos de Morgareth, que apareceu narrando o prólogo e foi citado por comandar criaturas místicas, e que estava movendo suas tropas. O que o autor passou foi que as “Ruínas de Gorlan” foi apenas os descobrimento de Will, como ele tinha capacidade para isso ou aquilo, além-claro de dar chance a outros personagens como Horace que até mesmo ganhou trechos do seu próprio ponto de vista, não podemos esquecer o barão Arald, os mestres do ofício principalmente Rodney da escola de guerra, e Jenny, George, Alyss (os outros protegidos).


“O segredo está em garantir que ninguém mais faça isso”.


No livro outra coisa que chamou à minha atenção foi os detalhes gráficos no livro, alem de que mesmo a capa sendo meio que simples é enigmática e incita a curiosidade, e o melhor é que o tamanho da letra e a fonte são ótimos.


“A reputação de estar certo o tempo todo pode ser uma carga pesada”.


Diferentes de muitos personagens “Will”, não muda e sim progredi, essa ideia por de parecer confusa, mas se antes ele falava “sim” agora ele sabe por que o fala. Ele amadurece e percebemos que ele está crescendo.


“Aquele homem é sinistro”.


Mesmo que eu tenha entendido o que o autor quis mostrar com esse livro, que foi justamente fazer o leitor se apaixonar primeiramente pelos personagens e depois pelo enredo, sendo que outras coisas deveriam ter tido uma presença mais marcante como Morgareth, o rei Ducan, a guerra, que mesmo que tenha sido mencionada deveria existir uma descrição mais marcante, contudo como o livro faz parte de uma saga provavelmente essas coisas vão aparecer no próximo.

“É que eu mataria alguém por uma xícara de café”.

 
 
 

Sou o tipo de leitora que se apaixona pela história, pelo personagem, pelo lugar, pelo momento, ou simplesmente o ato de lê-lo. É como se eu me apaixonasse por alguém.

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