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Resenha - Os Filhos de Anansi

  • Sté Salles
  • 24 de jul. de 2015
  • 2 min de leitura

Os Filhos de Anansi

Autor(a): Neil Gaiman

Editora: Intrínseca

Gênero: Literatura Estrangeira / Drama / Ficção/ Fantasia

Páginas:327

Sinopse: Skoob

Cheio de suspense, graça e romance e tendo como autor “Neil Gaiman”, o livro, Os Filhos de Anansi, não precisa de mais nada para provar que é fantástico.


O livro já apresenta um dos personagens mais importante nas primeiras páginas, Charlie Nancy. Que parece ter hiper mega supermáster vergonha do pai, que colocou no seu filho o apelido de Fat Charlie, “nome” que nem saiu com a perca de peso. Fat Charlie foi capaz de colocar um oceano de distância entre eles.


“O pai aparecer e se torna a alma da festa? Ele disse que o pai era sem sombras de dúvida, a pessoa mais constrangedora nessa terra maravilhosa criada por Deus”.


Resumindo Fat Charlie está prestes a se casar quando se vê obrigado pela sua noiva, Rosie, a chamar o (vergonhoso) pai, contudo só existe um problema com esse convite. O pai morreu, e no mesmo dia descobre pela Sra. Higgler, uma velha meio louca, que seu pai era um Deus chamado “Anansi”, e tem um irmão por aí, que ficou com toda parte boa de ser filho de um Deus. É exatamente nessa parte que começa a aventura.


“- Que pena. Estou ficando velha demais para essa merda”.


Os Filhos de Anansi é uma leitura sem sinto de segurança, aonde você não consegue imaginar o próximo passo da história. Com um enredo original, e personagens que aparecem e desaparecem nos momentos certos.


“Da próxima vez que o senhor quiser compartilhar mais períodos de sabedoria é só me chamar. Já sabe onde eu fico”.


Em algumas partes o livro mistura o enredo com histórias sobre deuses e lendas americanas e invés de torna a história “chata”, essas interações fazem com que o livro se torna uma coisa maior.


“No princípio existiam as palavras, e elas vinham como uma melodia”.


Dizer que os personagens mudam durante o livro é normal, e se emocionar com essas mudanças são ainda mais normais para os leitores, “porém, contudo, entretanto, todavia,” esse sendo de se “emocionar” pode aumentar consideravelmente para um leitor de “Os Filhos de Anansi” ao chegar ao final da história.


É uma leitura agradável e sem sombras de dúvida recomendável.

 
 
 

Sou o tipo de leitora que se apaixona pela história, pelo personagem, pelo lugar, pelo momento, ou simplesmente o ato de lê-lo. É como se eu me apaixonasse por alguém.

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