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Resenha - Luxúria

  • Sté Salles
  • 10 de ago. de 2015
  • 2 min de leitura

Luxúria

Autor(a): Eve Berlin

Editora: Lua de Papel

Gênero: Literatura Estrangeira / Romance / Adulto

Páginas: 256

Sinopse: Skoob

O livro é um romance adulto com nada além das inseguranças, dúvidas e evoluções do “Amor” do casal, e como a maior parte dos livros eróticos atualmente apresenta o “sadomasoquismo” como plano de fundo do enredo, ou seja, não vão faltar partes onde palmatórias, chibatas, amarras, chicotes terão seu lugar, junto com vários trechos excitantes indo da descrição do sexo até a disputa de poder entre “dominador” e “submissa”.


“Tem a ver com sensação. E com o que se passa em sua cabeça. Pode ser sensual ou sexual. Ou ambos. Você não pode começar a descrever as dinâmicas envolvidas sem ter estado lá”.


Mesmo que o centro da história seja a questão do envolvimento de Dylan Ivory e Alec Walker, (o casal) Eve Berlin, a autora, inclui personagens secundários que são importantes para a história como Mischa (amiga de Dylan) e Dante (amigo de Alec).


O livro em si não é um formador de opinião sobre essa prática sexual, simplesmente conta a narrativa e nem chega a explorar realmente essa questão de sadomasoquismo, o que lemos são cenas de sexo com palmadas e alguns brinquedos que vão dos mais leves aos mais pesados.


A forma como a narrativa vai delineando os sentimentos e pensamento dos protagonistas é ótima, as descrições em geral foram boas, afinal deu para entender bastante todo o contexto que o livro “aparentemente” pretendia expor, além de que as narrações se dividem entre os pontos de vista de Dylan e Alec, ou seja, você percebe a dificuldade em que eles têm para analisar a avalanche de sentimentos que essa “paixão” traz.


O mais encantador é quando a autora vai tentando explicar ao máximo a “aceitação” que aos poucos os protagonistas vão fazendo, pois como já disse as descrições sentimentais são as partes mais valiosas do livro.


“Como seria ter aqueles lascivos lábios vermelhos envolvendo-o inteiramente, a língua dela serpenteando sobre a cabeça de seu pênis?”.


O final agrada para quem não espera nada de novo ou surpreendente. Além de que o fim da mesma forma que dá um ponto final a história, também consegue deixar a possibilidade de uma possível continuação aberta.


“A boca daquela mulher devia ser úmida quente, mas não tanto como sua vagina. Ele ia abrir suas coxas magras, entrar nela, forte sem parar”.


O livro poderia ter sido mais impactante se eu não tivesse lido os livros eróticos recentemente lançados, como 50 tons de cinza, o Inferno de Gabriel, alguns livros de Sylvia Day, ou até mesmo outros livros de Eve Berlin, pois mesmo que o livro tenha contexto diferente em comparação, apresenta afinidades que deixam a leitura meio cansativa e óbvia.


“Não estava mais fugindo. Não, estava indo diretamente no rumo que a vida lhe reservara”.

 
 
 

Sou o tipo de leitora que se apaixona pela história, pelo personagem, pelo lugar, pelo momento, ou simplesmente o ato de lê-lo. É como se eu me apaixonasse por alguém.

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