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Resenha - Belo Desastre

  • Sté Salles
  • 17 de ago. de 2015
  • 2 min de leitura

Belo Desastre

Autor (a): Jamie McGuire

Editora: Verus Editora

Gênero: Literatura Estrangeira / Romance / Adulto / Drama

Páginas: 392

Sinopse: Skoob


Um livro que desde o início já deu o que falar tanto por ser sempre comentado, tanto por iniciar um novo gênero (pelo menos no Brasil), o chamado, “New Adult”. Além de ter o casal mais complicado, dramático e temperamental dos livros de romance.



Abby Abernathy e Travis Maddox representa aquele tipo de enredo clichê entre bad boy e a “boa” moça (que não é tão santa assim) que se torna fascinante unicamente pela maneira como autor vai descrevendo a história cheia de desastres.


“- Eu não disse que você é uma má pessoa. Só não gosto de ser tratada de determinada maneira pelo fato de ter uma vagina”.


Todo livro tem seus problemas e “Belo Desastre” não fugiu da regra, uma dúvida surgiu no contexto que até hoje gera agitação entre os leitores que seria a relação da capa que tem uma borboleta, com o apelido “beija-flor” da Abby. Logo no início chegaram a cogitar que teria sido um erro de tradução, porém não foi. E agora, possibilidades mais significados vem ganhando força, como o que representaria a borboleta, ou por que o frasco estaria aberto.


"— Estive no inferno uma ou duas vezes essa semana."

O livro pode ser bem conhecido, porém isso não faz com que todos deem opiniões positivas a ele, pois dá mesma forma que se entende que o livro é carismático, o “amor” do casal, principalmente do protagonista (Travis) é em algumas partes obsessivo, e essa questão de dependência, tem afastado muitos leitores que se aborrecem quando esse vínculo aparece geralmente nos livros de romance.


“— Se você não se afastar da minha garota, vou rasgar a porra da sua garganta. Aqui mesmo na pista de dança.”


A narração já começa misteriosa e empolgante em uma ocasião completamente incomum, com os personagens já tendo vez e voz e muita atitude, sobretudo quando o apelido “beija-flor” aparece isso já vai ajudando o leitor a ter algumas ligações com o romance. Outro ponto forte da narrativa pelo o autor, Jamie McGuire, foi que a linguagem dos personagens foi acompanhando a história da mesma forma que em momentos loucos palavrões não faltaram. Em um segundo plano outros personagens tem seu valor, ou seja, mais histórias.


A paixão platônica aparece literalmente nas primeiras páginas, no entanto até chegar ao “eu te amo” muitos eventos vão acontecer, e esses casos se resumem basicamente a catástrofes afinal tudo é um “Belo Desastre”. No entanto é impossível negar o quanto as controvérsias do livro são irritantes e muitos se veem terminando o livro simplesmente pela autora ter deixado à história sustentável.


“- Ô, se é! Uma gracinha bem naquela posição de papai e mamãe, isso sim!”

 
 
 

Sou o tipo de leitora que se apaixona pela história, pelo personagem, pelo lugar, pelo momento, ou simplesmente o ato de lê-lo. É como se eu me apaixonasse por alguém.

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