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Resenha - Halo

  • Sté Salles
  • 2 de set. de 2015
  • 2 min de leitura

Halo

Autora: Alexandra Adornetto

Editora: Agir

Gênero: Literatura Estrangeira / Romance / Drama / Fantasia / Infanto-Juvenil

Páginas: 472

Sinopse: Skoob

Um romance envolvendo anjos com humanos, tendo espaço até para demônios, com uma sinopse forte o bastante para chamar atenção, e com um enredo capaz de despertar inúmeras emoções, desde a empolgação com a história até o desânimo com o resto dos capítulos. ‘Halo’ apesar de tudo é “um romance que ultrapassa as barreiras do céu e inferno”.


“- A gente caiu do céu sabe: {...}”

“É fácil as coisas se perderem”.


Enquanto nas primeiras páginas a narrativa vai progredindo, os angelicais personagens Bethany,Gabriel, e Ivy também parecem carismáticos, já nos próximos capítulos a qualidade do enredo vai caindo e quando menos se espera o livro fica recheado de clichês, contradições e momentos tediosos.


“A dor é capaz de levar os homens a se comportarem das maneiras mais estranhas”.


Sabemos na sinopse que esses anjos foram enviados para salvar uma parte da terra, nesse caso uma pequena cidade chamada Venus Cover, o problema estar justamente no fato que essa “missão contra as trevas” é nublada pelas descobertas da Beth (Bethany) – a anja caçula que nunca visitou a terra –, dentro dessas ‘novas sensações’ tem o seu amor platônico por Xavier Woods, contexto que leva metade do livro e provavelmente continuará no resto da trilogia, a “missão contra as trevas” só aparece em alguns capítulos perdidos, no meio de algumas frases.


No livro não faltou personagens, mas o que pesou negativamente foi à ausência deles entrando em ação, afinal temos a Ivy que é da classe dos serafins, tem o dom da cura, e é extremamente sábia além de Gabriel, um dos sete arcanjos do Senhor, infelizmente a função majoritária deles foi cuidar da Beth.


“Os humanos tinham um medo desenfreado da morte, mas eu achava que não poderíamos esperar nada diferente deles, considerando sua ignorância sobre o que havia além, Eles descobririam no devido tempo que nada havia a temer”.


O ponto original da história foi o que convenceu muitos a lê-lo e termina o livro, afinal o contexto é agradável, mesmo que seja parado e morno. Milhares de aspectos poderiam ter sido melhorados tornando tudo mais real, pois mesmo com a fidelidade de princípios de Gabriel e Ivy a narrativa foi superficial.


"Todo mundo passa pela experiência de ser derrotado, mais cedo ou mais tarde. Mas a gente aprende com a derrota."


‘Halo’ é um típico livro para ser lido sem muita empolgação e com certeza que têm mais defeitos que qualidades, porém gostar do livro ou até mesmo da trilogia não é impossível e sim, uma questão sua.

 
 
 

Sou o tipo de leitora que se apaixona pela história, pelo personagem, pelo lugar, pelo momento, ou simplesmente o ato de lê-lo. É como se eu me apaixonasse por alguém.

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