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Resenha - Belo Casamento

  • Sté Salles
  • 7 de set. de 2015
  • 2 min de leitura

Belo Casamento

Autor (a): Jamie McGuire

Editora: Verus Editora

Gênero: Literatura Estrangeira / Romance / Adulto / Drama

Páginas: 123

Sinopse: Skoob

Surge mais um livro narrado o conto de fadas moderno do insano casal Travis & Abby(=a nova Sra. Maddox). Antes de tudo é necessário entender que mesmo esse “bônus” traga uma nova perspectiva ao romance, só faz fechar as lacunas que ficaram abertas ou não foram respondidas.


“– Você virou meu mundo de cabeça para baixo, e eu tive um começo completamente novo... como em um apocalipse.”



Entender apenas os pormenores do drama parece ser atrativo o suficiente, afinal o que acontecequando se junta uma beija-flor e um cachorro-louco. O livro pode até ser taxado de “opcional”,porém, sem sombras de dúvida a maioria que leu a história do amor de Abby e Travis enxergaesses “pormenores” como obrigatório.




“Ele é um profundo oceano de fragilidade protegido por uma espessa muralha de

palavrões e indiferença dissimulada.”



Mesmo que o enredo de Belo Casamento complete o que aconteceu em Belo Desastre e Desastre Iminente, dessa vez os acontecimentos foram mais objetivos, e as confusões duraram no tempo certo sem torna a leitura ‘cansativa’ característica presente nos outros livros do drama.

“ – Se eu ganhasse um dólar para cada marido cheio de tatuagens que traz a mulher aqui e sofre mais que ela... eu nunca mais ia precisar tatuar ninguém na vida”.




Entender a razão do pedido de casamento tão repentino, ler os detalhes do matrimônio em Vegas, além de perceber que o desastre do incêndio não foi esquecido em uma reles página ou em um capítulo, e saber finalmente o porquê do apelido “beija-flor”, e um dos detalhes mais importante foi conhecer a importância Diane, a mãe de Travis, afinal ela foi à primeira mulher a conquistar o coração dele.



“Em apenas alguns meses, a pequena mulher ao meu lado tinha se tornado meu tudo.”


Saber tanto o ponto de vista de Abby quanto de Travis da história não é nenhuma novidade, no entanto ter essas duas noções em apenas um livro e ainda se revezado nas páginas foi uma maravilha.


“– Eu amo você pra caralho, Beija-flor”.

 
 
 

Sou o tipo de leitora que se apaixona pela história, pelo personagem, pelo lugar, pelo momento, ou simplesmente o ato de lê-lo. É como se eu me apaixonasse por alguém.

Literatura Brasileira
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