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Resenha - A Culpa é Das Estrelas

  • Sté Salles
  • 27 de set. de 2015
  • 2 min de leitura

A Culpa é Das Estrelas

Autor (a): John Green

Editora: Intrínseca

Gênero: Literatura Estrangeira / Infanto-Juvenil / Romance / Drama

Páginas: 288

Sinopse: Skoob

A Culpa e das estrelas é mais um romance que se popularizou simplesmente por ter um enredo que chama atenção, um casal por qual vale torcer, e diálogos que com certo humor negro acaba deixando a história mais real, afinal mesmo que seja um romance não se pode evitar a carga dramática ao extremo, vendo que o livro enquadra todo drama do câncer.


“{...} Mas, meu Deus do céu, eu montaria naquele pônei perneta e daria uma volta inteira no curral”.

“{...} Você acha que precisa ficar por cima?”.


Hazel Grace é uma paciente terminal que sabe que em algum momento vai morrer, mesmo que seu tumor esteja ‘controlado’. Porém, em todo bom enredo há uma reviravolta, nesse livro a “reviravolta” tem nome e sobrenome, Augustus Waters. Os dois vão acabar alcançando desejos ousados, atitudes poéticas, comportamentos extraordinários, tragédias brutais com dramas complicados e amores memoráveis.


“Mas nós dois sabemos que o.k é uma expressão bastante “paquerativa”. Ela está CARREGADA de sensualidade”.



O mesmo enredo que oferece um “óbvio” reconfortante, também é o mesmo que oferece umaexpectativa sem limites. É a mesma narração que acaba perdendo linhas com descrições desnecessárias, ou aquela que dá uma boa história aos personagens secundários, entretanto acaba se esquecendo de alguns ao decorrer da trama.




“É na liberdade que muitas pessoas encontram o pecado”.



Do mesmo jeito que a narração conquista em alguns momentos, em outros o tédio domina, ou seja, a escrita do livro não é perfeita, contudo, John Green, fez os diálogos, ou pelo menos a maior parte deles fáceis de ler, e gostar.


“— Estou apaixonado por você e não quero me negar o simples prazer de compartilhar algo verdadeiro. Estou apaixonado por você, e sei que o amor é apenas um grito no vácuo, e que o esquecimento é inevitável, e que estamos todos condenados ao fim, e que haverá um dia em que tudo o que fizemos voltará ao pó, e sei que o sol vai engolir a única Terra que podemos chamar de nossa, e eu estou apaixonado por você”.


O livro pode até não oferecer definições complexas sobre o câncer, mas levanta o possível grau de devastação que ele causa, sem contar os inúmeros preceitos que o enredo levanta no meio das narrações. O valor que o tempo carrega parece aumentar a cada instante do livro, e da mesma forma que ele se transforma no “vilão”, ele também é origem da necessidade de viver o infinito em alguns dias contados.


 
 
 

Sou o tipo de leitora que se apaixona pela história, pelo personagem, pelo lugar, pelo momento, ou simplesmente o ato de lê-lo. É como se eu me apaixonasse por alguém.

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