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Resenha - Ela Não É Invisível

  • Sté Salles
  • 24 de out. de 2015
  • 2 min de leitura

Ela Não É Invisível

Autor (a): Marcus Sedgwick

Editora: Galera Record

Gênero: Literatura Estrangeira/ Drama/ Suspense

Páginas: 256

Sinopse: Skoob

O livro chama atenção pela capa, prende o leitor pela sinopse, é surpreendente, ousado e arrebatador à capa capítulo, parágrafo e frase, além do enredo ser tão misterioso sobre uma ‘coisa’ um tanto original, tendo personagens bem cativantes, a obra de Sedgwick desafia as leis que regem o universo, e parece que essa ‘provocação’ tem agradado em muito todos os tipos de leitores.


“Ah, e tem uma quarta categoria de e-mails, que são mais ou menos assim: “Li seu livro e achei uma porcaria. Quero dizer uma porcaria mesmo. Você é um péssimo escritor”. Papai não gosta tanto desses”.



Quanto mais você se aprofunda na história, mais imprevisível ela se torna, enfim, o leitor ao consegue predeterminar se a trama irá manter-se no ‘mundo real’ ou se vai algum efeito sobrenatural.


“Você batizou a nossa com um nome de composto químico”.

Tudo é narrado por Laureth, uma adolescente cega de 16 anos, que diferente de muitos, NÃO gasta metade da sua vida ou metade das páginas do livro questionando sua deficiência. Existem outros personagens inesquecíveis como: Benjamin, o irmão de 7 anos de Laureth, que mesmo sendo tão prudente consegue preservar a euforia infantil conquistando o leitor desde á sua primeira aparição no livro.


“{...} Se você só usa a abordagem matemática, algo muito importante acaba ficando de lado: o elemento HUMANO.”


E sem falar de Jack Peack, aquele que ao decorrer das páginas vai ter seu perturbado estado de espírito incompreendido por todos; aquele que parou de escrever os livros divertidos para falar sobre ‘coisas’ sérias, o mesmo que parece estar ficando louco ao escrever sobre sincronicidade (ou coincidência), e esse é o pai de Laureth e Benjamin, e também o pivô de todas as loucuras que geraram no livro.


“Não me importo em ser cega. O que me incomoda são as pessoas me tratando como se eu fosse idiota”.


Quanto mais caótico e perigoso à história vai ficando, mais o final do livro se aproxima, e tudo continua tão obscuro que é irreal e ao mesmo tempo extraordinário a forma como tudo acaba. O enredo é único e inúmeras particularidades estão lá justamente para provar, seja esse ‘detalhe’ o efeito Benjamin ,algumas páginas do livro breu, as causas da coincidência ou a obsessão por 354.

 
 
 

Sou o tipo de leitora que se apaixona pela história, pelo personagem, pelo lugar, pelo momento, ou simplesmente o ato de lê-lo. É como se eu me apaixonasse por alguém.

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