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Resenha - CyberStorm

  • Sté Salles
  • 30 de out. de 2015
  • 2 min de leitura

CyberStorm

Autor (a): Matthew Mather

Editora: Aleph

Gênero: Literatura Estrangeira/ Drama /Suspense/

Páginas: 368

Sinopse: Skoob

Um livro que relata o caos de uma nevasca, junto à descrição dos ‘pormenores’ de um apocalipse cibernético, com um enredo que se diverte levando tanto os personagens quanto o leitor ao precipício, seja por causa das turbulentas emoções ou das meditações sinistras que surgem. Um livro que não precisa gastar páginas para demonstrar sua crítica sobre a dependência eletrônica. Cyberstorn é um thriller brutal, e uma ficção científica hipnótica.


“- Acerte um fio de cabelo dela e eu como seu fígado no jantar enquanto você observa. Eu já matava idiotas como você antes de a vaca da sua mãe nascer”.


As qualidades que levam a alguém gostar da trama é as mesmas que podem fazer outra não gostar. Tudo depende do que o leitor considera possível que alguém faça em total estado de desespero. Isso determina se as inúmeras atitudes brutais do livro são uma parte instigante da história, ou um exagero sem limites, e sem nenhum nexo.


“Nunca pensei que procurar piolhos pudesse ser tão sensual. Pensei em macacos em uma floresta em algum lugar, tirando carrapatos do pelo de seu amado, e dei risada”.

A história diferente de tantas outras não tem um narrador que sabe absolutamente tudo, sobre todos, e por isso a narração em 1º pessoa faz com que as informações que descobrimos ao decorrer do livro sejam meias verdades ou completas mentiras.


“Sem a iluminação artificial, os seres humanos eram animais assustados que se recolhiam em seus ninhos quando o sol se punha”.

O enredo nas suas 363 páginas nunca fica entediante, enfim, cada capítulo traz uma nova catástrofe, sejam assassinatos, saques, canibalismos, possíveis guerras, ausência da eletricidade, insuficiência de mantimentos, pessoas agindo como animais, e humanos agindo como zumbis. As últimas páginas são menos sanguinárias do que o esperado, e menos dramático do que o idealizado.


 
 
 

Sou o tipo de leitora que se apaixona pela história, pelo personagem, pelo lugar, pelo momento, ou simplesmente o ato de lê-lo. É como se eu me apaixonasse por alguém.

Literatura Brasileira
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