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Resenha - A Redenção de Gabriel

  • Sté Salles
  • 26 de dez. de 2015
  • 2 min de leitura

A Redenção de Gabriel

Autor (a): Sylvain Reynard

Editora: Arqueiro

Gênero: Literatura Estrangeira/ Drama/ Romance/ Adulto

Páginas: 432

Sinopse: Skoob

Mesmo que "perfeição" não seja uma qualidade presente sempre em todos os livros da trilogia, o desfecho de uma história como a de Julianne e Gabriel demonstrou que romances sempre podem surpreender, não importando se a narrativa tem á sua dose clichê ou sua taxa de originalidade. A emoção de acompanhar aos 'finalmente' de um romance tão moderno quanto clássico é turbulenta, pois da mesma forma que o enredo é hipnotizante e têm os acontecimentos que deixam o leitor vidrado, também não consegue ter um ponto final tão intenso quanto eu esperava.

“Eu poderia viver com você para sempre, e ainda assim você me surpreenderia”. “– Fico feliz por ouvir isso, Gabriel, porque você está amarrado a mim".


Durante toda a trajetória de Gabriel começando por Inferno, seguido de Julgamento, e por último A Redenção, o autor, Sylvain Reynard, conseguiu manter semelhanças que tornaram a históriauma grande fonte de citações poéticas, como também uma mina de inúmeras referências: sobre pinturas, músicas, e obras consagrados, sem falar dos autores clássicos.Tudo isso contribui para que o rumo de Gabriel fosse também uma chance do leitor de vivenciar esse entusiasmo pelo que muitos considerem o mais sofisticado da cultura de um jeito que qualquer leigo possa entender.


"Não podemos mudar o nosso passado, só o futuro."


A narração que continua em 3° pessoa conseguiu contar completamente toda a história sem deixá-la impessoal ao ponto de não deixar o leitor se aproximar dos personagens, ou até mesmo ser muito detalhista e se tornar chata. Mas não precisa se preocupar, afinal a narrativa soube contar muito bem tudo, narrando até mesmo parte dos dramas dos personagens secundários, que tiverem em parte seu final muito indefinido.


"Então fico feliz em ser o primeiro. Julia apertou a mão dele com mais força. - Você é meu último, Gabriel. O único."

Os traumas e fantasmas do passado de Gabriel sempre tem vez nos capítulos, sendo como assunto principal ou só uma lembrança passageira, mas dessa vez essas comoções vieram para esclarecer muitas coisas, no entanto isso não impede que essas ‘lembranças’ iluminadoras não gerassem conflitos.


“Por você, meu amor, eu arrancaria as estrelas do céu só para colocá-las aos seus pés.”

Por isso e outras que dessa vez o livro foca mais nos problemas cotidianos da vida de recém-casados que a ação inquietante do romance entre professor e aluna, dessa vez as 432 páginas devem ser lidas com calma e apreciando tanto a lentidão do enredo, como a paz e os distúrbios no momento.

 
 
 

Sou o tipo de leitora que se apaixona pela história, pelo personagem, pelo lugar, pelo momento, ou simplesmente o ato de lê-lo. É como se eu me apaixonasse por alguém.

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