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Resenha - Mentes Criminosas

  • Sté Sales
  • 13 de fev. de 2016
  • 2 min de leitura

Mentes Criminosas

Autor (a): Sérgio Pereira Couto

Editora: Universo dos Livros

Gênero: Literatura Brasileira/ Suspense/ Drama

Páginas: 258

Sinopse: Skoob

Com personagens tão suspeitos quanto cativantes de fato amparados por uma narração simplesmente caprichada, e com uma incógnita tentadora de ser resolvida, a obra de Sérgio Pereira Couto promete suspense, ação e mistério na capa, na sinopse e até em todas as páginas e capítulos, e cumpre todas essas juras com louvor.


“ – Não depois de ouvir metade do laboratório comentando sobre seu namoro com o nerd dos insetos!”.


O livro com todo zelo expande o público alvo, ou seja, consegue agradar desde fanáticos por esse gênero literário, até os leigos que não sabem a diferença entre homicídio culposo e doloso, afinal “Mentes Criminosas” funciona praticamente como uma enciclopédia que esclarece os protocolos e métodos de investigação, enquanto uns podem achar isso ótimo para esclarecer algumas das coisas que aparecem pelo enredo, outros podem achar irritantes essas insistentes explicações.


“É quando estamos para adormecer que o consciente e o subconsciente mais digladiam entre si”.


É fácil perceber que a narração em 3º pessoa das 255 páginas foi meticulosamente elaborada deixando quem estivesse lendo com mil e uma alternativas, bem como sempre trazendo algo novo, seja um acontecimento, ou mais um suspeito. E talvez por isso, o maior atributo do livro esteja na construção dos personagens que foi extraordinária, pois mesmo que não tenha perdido linhas e mais linhas em descrevê-los às suas atitudes parecem compor tudo que o leitor precisa saber.


“{...} Só dei voz ao que não era nominável. Todos queriam isso e todos tiveram {...}”.


Paralelo a esse delito temos a evolução de Tony Draschko como protagonista, e seu crescimento como investigador, afinal o escritor teve a preocupação de impor características do seu modo de agir (como sua paixão pela serie CSI), bem como criar um passado e desenvolvê-lo. . A trama que mesmo sendo brasileira se passa numa das cidades dos EUA (Little Rock) não perdendo os elementos que só autores nacionais possuem, então é bem fácil ler algum ditado popular, ou alguma referência sobre a cultura brasileira, da mesma forma que isso não impede que os diálogos estejam recheados de gírias inglesas.

“ – {...} Por que será que, quanto mais se descobre sobre as naturezas sombrias das pessoas, mais se sente atraído por elas?”.

E é deste modo genial que o autor consegue desenvolver uma história em que o nosso detetive, Tony Draschko, precisa desvendar um crime quase perfeito que surpreende pelo motivo, pelo efeito e pela consequência. Para quem quiser ler mais peripécias do CSI, Tony, o escritor Sérgio P. Couto pareceu se compadecer, por isso o próximo livro já lançado se chama “Mentes Sombrias”.

 
 
 

Sou o tipo de leitora que se apaixona pela história, pelo personagem, pelo lugar, pelo momento, ou simplesmente o ato de lê-lo. É como se eu me apaixonasse por alguém.

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